E, além de tudo, há os danos ambientais da guerra. Artigo de Tonio Dell’Olio

Foto: FlickrCC/Manhai/Catherine Leroy

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

28 Março 2023

Certamente no primeiro lugar de nossa atenção deve estar a vida das pessoas. Além disso, nas guerras modernas o objetivo é essencialmente atingir alvos sensíveis e de importância estratégica sem qualquer respeito pelas populações envolvidas. A atenção pelos danos ambientais geralmente é secundária também porque se acredita que não afeta diretamente a vida das pessoas. Mais uma vez não percebemos que se trata do nosso habitat e que os danos causados à natureza comprometem a vida das pessoas.

O comentário é de Tonio Dell'Olio, presidente da Pro Civitate Christiana, publicado por Mosaico di Pace, 27-03-2023. A tradução é de Luisa Rabolini

Pois bem, com base nas informações oficiais, “desde o início das hostilidades na Ucrânia, foram danificadas, cerca de 20% das áreas naturais protegidas do país e 3 milhões de hectares de floresta, enquanto outros 450.000 hectares estão em áreas ocupadas ou afetadas pelos combates”. Isso pode ser entendido olhando o mapa interativo apresentado nos últimos dias pelo Greenpeace e pela Ecoaction, organização ambiental ucraniana, e visível em seus respectivos sites. Em suma, não é um efeito menos grave do que a guerra, aliás, pode ser considerado maior, pois está destinado a ter consequências ao longo do tempo.

Leia mais